Dispensamos a ajuda de tarólogos e cartomantes, búzios, polvos e caranguejos videntes e ainda assim ACERTAMOS EM CHEIO na previsão: os MECAs foram INCRÍVEIS. É que na verdade a gente já sabia desde novembro, quando anunciamos ~o festival mais delícia de todos~, que ir pra Maquiné no dia 17, ou pra qualquer um dos outros eventos que rolaram em São Paulo, Rio de Janeiro e Inhotim era sinônimo de começar 2015 com o pé direito!

O que não faltou foi coisa boa: lugares lindos e cheios de natureza, animais ~selvagens~ (ovelhas e pavões), festas em uma estação de trem abandonada, food trucks, ações legais rolando por todos os lados, open bar, o clubinho mais incrível das galáxias (o da YOUCOM, obviamente) e muitos shows maravilhosos. Faz só alguns dias e já estamos morrendo de saudades. Então, como ~+* recordar é viver *+~, chegou a hora de listarmos o nosso top 8 do MECA 2015:

1. It’s a “Miracle”: até parou de chover quando Wannabe Jalva subiu no palco

O verão sulista é como o MECA: cheio de bons momentos, gente bronzeada e é claro, *chuvas-surpresa*. Durante o festival em Maquiné, no Rio Grande do Sul, rolou aquele toró básico que fez a maioria do pessoal se acolher embaixo dos telhados dos clubinhos e das cangas super maravilhosas da YOUCOM (tamo junto, gente). Eis que foi só os caras da Wannabe Jalva pisarem no palco que a água deu uma trégua e o sol voltou. Pronto! Muita gente foi curtir a sonzeira e pulou junto na hora que rolaram os hits da banda: “Miracle” e “Something New”. Valeu, Jalvicos! <3

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2. Boogarins surpreendeu e fez todo mundo ~viajar~ com seu som psicodélico

Só podia estar escrito nas estrelas cadentes da aurora boreal: os meninos de Goiânia TINHAM que tocar no MECA Festival. Escalados aos 45 do segundo tempo eles já chegaram surpreendendo. “É o Tame Impala brasileiro”, comentavam os meca-curiosos. O som psicodélico e tropical pode ser novidade por aqui, mas já conquistou os gringos da importante gravadora nova iorquina Other Music Recording que já fechou um contrato de 3 discos. A dor no coraçãozinho de perder o show (cancelado de ultíssima hora) foi totalmente curada pelo showzasso de Boogarins!

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3. A gente avisou: os caras do Citizens! fizeram mosh SIM, SENHOR!

Apenas previsões assertivas aqui no oráculo YOUCOM, gente. Quem ~dissemos~ que Tom Burke sempre curte se jogar na galera durante os shows da banda? Pois é, em Maquiné ele se jogou MESMO. Ouvir Citizens! ao vivo com certeza foi um dos pontos altos da noite: mais um show inesquecível que os caras fizeram por aqui. E mais: “True Romance” cantado em coro pela galera foi LINDO. Cês tão mais do que de parabéns!

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4. AlunaGeorge DESTRUIU ao vivo em TODOS os MECAs

Talvez (quase certeza) de que o show de AlunaGeorge foi o mais surpreendente do MECA to-di-nho! GENTE, que apresentações foram essas? figurino maravilhoso, vozerão F*DA ao vivo, presença de palco incrível e várias músicas novas, uma atrás da outra. E isso se repetiu em todas as edições. Em Maquiné, em SP, RJ ou Inhotim a opinião era unânime: o duo mandou muito.O nome das faixas novas o duo ainda não revelou, nem lá na hora. Estamos fazendo plantão por aqui pra descobrir, contar pro MUNDO e já colocar nas nossas playlists (FIQUEM LIGADÕES)! Pra finalizar: um parabéns especial ao DESDE JÁ ÍDOLO que conseguiu pular a grade de proteção, subir no palco e dançar abraçadinho com Aluna em Maquiné.

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5. La Roux transformou os MECA(s) em um festerê dos anos 80

Elly chegou de mansinho: abriu o show com “Let Me Down Gently”, aquela música que já é hit e que (de bons videntes que somos) supracitamos por aqui. Uma montoeira de gente veio pra frente do palco entoar as músicas da ruivona como se fosse um rito oitentista criado transformar o mundo em uma ~balada~ dançante. E foi assim o show inteiro: as músicas novas e as do famoso álbum de 2009, todas com a galera fazendo backing vocal. LINDO DE MORRER! Com certeza a melhor forma de encerrar a noite: todo mundo pulando na lama, colecionando os copos que ganhou no bar e se abraçando. Que vibe, que dia, que noite!

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6. Vagões abandonados viraram palco para noites muito loucas

O MECA RJ ficou pra história. A ideia de fazer o festival em uma estação de trem abandonada é simplesmente: INCRÍVEL. Que outro festival seria tão genial a ponto de colocar os clubinhos dentro de vagões, com música boa, bem alta e luzes estroboscópicas maravilhosas que deixam tudo ainda mais lindo? Só o MECA mesmo. O resultado? Gente estilosa e rebolante dançando a noite toda. Parecia um videoclipe, mas era vida real. Sério. Olha o vídeo pra comprovar e matar a saudade:

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7. Teve MECA até em Marte

É verdade. O MECA SP foi no ~Campo de Marte~, um aeroporto na zona norte da cidade. SIM, dava pra ver aviões decolando e aterrissando enquanto a galera cantava e dançava durante os shows. O quão lindo é isso, gente?! O palco foi montado no Hangar 001 e boatos de que rolava uma vibe de festival gringo indescritível.

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8. Melhor do que bolo & guaraná: o aniversário do MECA foi em Inhotim

O MECA se auto intitula ~o maior menor festival do mundo~ porque é produzido com todo carinho e amor do mundo! É por isso que ele cabe direitinho em Inhotim: um museu a céu aberto de arte contemporânea que fica em Minas Gerais. Foi onde o festival comemorou as 5 primaveras que completa esse ano. ~Apenas~ em um dos lugares mais incríveis do PLANETA. Esse aniversário inteiro foi um momento inesquecível. Um jardim de esculturas, obras de arte dentro de um parque cheio de verde e os shows maravilhosos do MECA. Tudo isso ao mesmo tempo. Prbns, MECA: essa é, com certeza, a melhor forma de comemorar novos anos de vida.

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