Visitar o Instituto Inhotim, localizado em Brumadinho faz valer a viagem para esta cidade pertinho de Belo Horizonte. Além de ser o maior museu de arte contemporânea a céu aberto do mundo, o Inhotim ocupa uma área de 100 hectares e tem paisagens verdes a perder de vista.

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Por ali são expostas permanentemente 500 obras de 100 artistas de mais de 30 nacionalidades, que estão espalhadas pelos jardins e também por 20 diferentes pavilhões. 

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Obra de Tunga, a True Rouge

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A Bica, de Merepe

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A obra “A origem da obra de arte” de Marilá Dardot, é a preferida dos instagrammers que passam por lá. Todo mundo adora formar palavras e frases com os vasos!

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Celacanto Provoca Maremoto de Adriana Varejão também é um dos hits de Inhotim.

 

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A famosa sala vermelha de Cildo Meirelles.

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Quartos São Paulo de Rochelle Costi

Como é difícil escolher o que visitar dentre tantas opções, o melhor é se hospedar nas pousadas da região e tentar aproveitar pelo menos um fim de semana no parque. Faça as malas como quem vai para uma “caminhada fashion”, já que em Inhotim você vai curtir inspirações visuais tanto quanto a natureza (e vai andar bastante!). Leve tênis, shorts, camisetas e uma calça jeans ou malha se estiver frio. E não deixe de conferir as nossas quatro sugestões de visita:


Desvio para o vermelho de cildo meirles2

Desvio para o Vermelho, de Cildo Meireles, é composto por três ambientes onde tudo é vermelho. A cor representa desde a violência do sangue até conotações ideológicas.

“BEAM DROP INHOTIM” (2008), DE CHRIS BURDEN
Beam Drop
, de Chris Burden, fica no alto de uma montanha e foi feita com a ajuda de um guindaste. A obra é o resultado do lançamento de várias vigas de ferro sobre uma piscina de cimento fresco.

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Forty Part Motet, de Janet Cardiff, reúne 40 caixas de som. Cada uma delas emite o som de uma voz diferente. Juntas as vozes compõem o coral da Catedral de Salisbury, gravado em ação pela artista. A sensação é de estar dentro do coro!

Elevazione

Elevazione, de Giuseppe Penone, reinventa o velho e bom “sentar-se à sombra de uma árvore”. A obra recria uma castanheira centenária que parece estar suspensa no ar, sustentada por outras cinco árvores.


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