Não somos videntes, mas estamos sempre atentos as músicas que vão bombar ainda nesse ou no próximo semestre. E o melhor: além desses sons estarem em peso na trilha sonora das lojas Youcom, agora você pode acompanhar quem anda nos inspirando através da playlist Trending Topics, do nosso Spotify. Se você ainda não conhece o nosso canal, corre lá e stalkeia o nosso cantinho no Spotify. Mas, antes disso, vem saber um pouquinho mais sobre 7 bandas que estão na Trending Topics e que podem ser um dos motivos pra você dar o play nessa seleção:

1. Fever High

A febre do Fever High não fica só no nome, a dupla do Brooklyn, de Nova York, tem tudo pra bombar esse ano. Em 2015, as cantoras e multi-instrumentistas Anna Nordeen e Reni Lane já haviam lançado de forma independente o EP “All Work”. Mas, foi só em 2016 que nós conhecemos o trabalho delas como é apresentado hoje. Acontece que a Sire Records, selo da big Warner Music, comprou o EP e o relançou com uma música a mais: o single “Spit It Out”.

Com baterias eletrônicas, synths analógicos e muitas batidas dançantes, o EP bebe de fontes dos anos 1980. A música que dá título ao disco, “All Work”, traduz a vibe do álbum. O som pede pra que a gente preste mais atenção ao nosso dia-a-dia e tente ao máximo se divertir, mesmo que a rotina esteja pesada. E uma forma de fazer isso, com certeza, é colocar os fones em um dia estressante e se divertir com esse álbum.

2. Jain

Se tivéssemos que resumir Jain em uma única palavra, ela com certeza seria multicultural. Desde pequena, a francesa viaja o mundo com a família. Nasceu em Toulouse, na França, mas morou em Dubai e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e também no Congo. Além disso, viajou para países como Índia, Jordânia, Austrália, Madagascar, Omã, Namíbia, Senegal, EUA e parte da Europa. Esse contato constante com culturas diversas diz muito sobre o trabalho da francesa.

O próprio nome do disco de estreia da cantora faz referência a essa veia multicultural. Zanaka significa “criança que ainda não é adolescente”, em malgaxe, a língua falada em Madagascar. Quanto a música do álbum, você pode esperar por um pop dançante com elementos da música árabe e africana, inseridas de forma orgânica e super sútil, sem soar caricata. Beeeem interessante!

3. Shura

Aleksandra Denton é Shura. Embora tenham espalhado pela internet que a artista é russa, ela nasceu em Londres e cresceu em Manchester, na Inglaterra. O motivo pelo qual ela tem um nome diferente e fala russo vem de berço: a mãe dela nasceu e cresceu na extinta União Soviética. Shura já admitiu em entrevista que gostaria MUITO de ser mais como um vilão de James Bond, pode até forçar um sotaque, mas o máximo que herdou da mãe foi o interesse pelo folk russo. 

Definitivamente, Shura não seria a trilha sonora perfeita pra um filme sobre espionagem em tempos de Guerra Fria. Pelo contrário, o primeiro álbum da cantora é um prato cheio tanto pros fãs de pop radiofônico quanto pra quem curte indie pop. A britânica une o melhor do synthpop oitentista com referências atuais como Haim e Blood Orange. O resultado dessa mistura de referências não poderia ser outro: músicas chiclete, pra cantar a plenos pulmões.

4. biLLLy

Clássicos da soul music aliados a samples de baterias eletrônicas e synths escolhidos ao vivo, no improviso: o produtor britânico biLLLy não chegou no viral global do Spotify à toa no final do ano passado. Assim como na viral “Can’t Blame”, as outras músicas lançadas pelo cara demonstram que ele promete continuar inovando quando o assunto é unir o toque de clássicos da soul music com referências atuais do R&B. E, definitivamente, nós ficamos ansiosos pra ver o que mais ele vai inventar esse ano. Entrou pro nosso radar!

5. Bengale

Bengale é uma daqueles sons perfeitos pra dar play em dias ensolarados, pegar a bike e sair por aí cantarolando. O indie pop que o duo francês apresenta é contagiante e versátil. Além de produzir as próprias músicas, eles também são conhecidos por covers e remixes de nomes como Beck, Lana Del Rey e Sebastien Tellier. Os caras lançaram o primeiro disco, “Jetaimemonamourlavieestbelle”, em junho do ano passado e já estão prometendo um segundo álbum pra 2017. 

6. Christine And The Queens

Se você nunca ouviu falar em Christine And The Queens, guarde esse nome. O projeto da francesa Héloise Letessier foi um dos mais falados de 2016. A garota foi elogiada por Madonna, comparada com Michael Jackson e eleita uma das 100 mulheres mais importantes de 2016 pela BBC. Mas porque tanta alvoroço? Foi no ano passado que o álbum “Chaleur Humaine”, de 2014, ganhou uma versão em inglês.

Héloise chamou a atenção do público e da crítica por não ser uma artista pop tradicional. A francesa, que também é formada em teatro, produz  um estilo de música que autointitula freakpop e que tem como objetivo questionar os padrões da indústria da música. Inspirada pela cena drag queen de Londres, cidade em que morou por um tempo, ela  propõe em sua músicas e performances uma reflexão sobre as convenções sexuais vigentes. Tudo isso com muita dança, teatro, fotografia e desenho. 

7. Discopunk

Diskopunk é uma banda sueca, de Estocolmo, que como o nome já diz mistura disco music e post punk. O grupo surgiu pra preencher uma lacuna que não vem sendo tão bem ocupada na música atual: um som dançante que conversa entre a música ao vivo, mais improvisada, e a mais engessada, feita nos estúdios. O EP “Intergalactic Remixes” tem tudo pra ganhar as pistas indie Brasil à fora. Então, larga na frente, e coloca pra tocar na sua house party também!

Curtiu? Você encontra essas e outras bandas na Trending Topics, é só dar play:

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