Parece que falta muito tempo, mas daqui a pouco já é novembro e – pra alegria geral – o line up do Lollapalooza Brasil 2016 é anunciado <3 E aí já sabe, né, é aquela correria pra comprar passagem, reservar hostel/hotel e, claro, a maior ansiedade do MUNDO até que o passaporte mais esperado do ano chegue em mãos.

ps: sorte a sua se você mora em São Paulo e não precisa vender um rim pra viajar

Mas por que vocês já tão falando de Lolla? Bom, é porque no final de semana passado rolou o Lollapalooza Chicago – o pai dos Lollapaloozas. E óbvio que nós iriamos ficar de olho no que rolou de mais legal por lá e contar o que merece (ou não) ser repetido por aqui ano que vem:

1. Line Up

Toda a vez que sai um line up do Lolla Brasil a gente fica com vontade de pegar todas essas bandas e colocar em um potinho pra nunca mais irem embora. E no de Chicago não foi diferente. Foi melhor! Dá até pra brincar de caça palavras com esse line up. Experimenta circular todas as bandas que você curte nesse poster… não vai sobrar muita coisa.

lollapalooza-chicago

Agora é só colocar tudo em um caldeirão e fazer a macumba pra que tudo que você sublinhou aterrize por aqui ano que vem.

 

2. Surpresa!

Não é fácil amar música. A gente leva cada susto, que olha…. no último final de semana, por exemplo, o Paul McCartney chamou APENAS a Britanny Howard, vocalista do Alabama Shakes, pra cantar com ele “Get Back”, dos Beatles. Aguenta coração! Por essa nós não esperávamos:

Nem pelo final de show CATASTRÓFICO (literalmente) da Florence + The Machine. A britânica teve que encerrar o show meia hora antes do final porque uma nova tempestade de raios se aproximava do Grant Park. Florence podia ter saído correndo do palco, mas não. Encerrou o show da maneira mais energética possível: emendou “What Kind Of Men” com “Dog Days Are Over”, tirou a blusa e ainda se jogou na galera. Essa é diva:

 

3. Imprevisto (do bem)

O Alabama Shakes se empolgou TANTO esse ano que acabou estragando o sistema de som! O imprevisto aconteceu durante a música “Dunes” e o som demorou um tempinho pra ser restabelecido. O problema poderia ter estrago tudo, mas acabou servindo pra dar um gás ainda maior pra banda, que acabou o show a toda. Demais:

 

4. Bandas fora da zona de conforto

Os shows do Tame Impala são conhecidos pelos jogos de luzes, que junto com os sintetizadores, guitarras e vozes distorcidas dão um tom BEM psicodélico ao ambiente. Agora imagina um show deles de dia? O óbvio seria esperar que a ~magia~ fosse embora. O que aconteceu foi o contrário, os caras surpreenderam e empolgaram ainda mais o público mostrando que só a música deles basta pra criar esse clima <3

A First Aid Kit também saiu da sua zona de conforto. Pra quem não conhece, a banda toca folk e é formada por duas irmãs super meiguinhas: a Klara e a Johanna Söderberg. O que ninguém esperava é que elas fossem mandar um cover de “War Pigs”, do Black Sabbath.

 

5. Corra, Lolla, corra

Olha só o que aconteceu esse ano em Chicago: no domingo de tarde, o parque que recebe o festival teve que ser evacuado por risco de tempestades. Imagina se cai um temporal aqui e você tem que abandonar o show da sua banda favorita e voltar só uma hora e meia depois? </3 Não ia ser nada legal. É, isso aqui, a gente não quer repeteco no Brasil:

evacuation-chicago-lolla

 

6. Tretas…

Também acharíamos legal se ninguém saísse algemado do Lolla do ano que vem. Foi o que acontece com o rapper Travi$ Scott. Isso porque depois de subir no palco com 30 minutos de atraso, ele começou a incitar o público a quebrar as barreiras de segurança. A polícia não curtiu nadinha a brincadeira e “convidou” o rapper pra ir pro cantinho do pensamento…

travis-scott

Ansiosos pro ano que vem? 🙂

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