A vocalista do “The Asteroids Galaxy Tour” é tudo, menos comum. Pra começar, ela vem da terra dos vikings, a Dinamarca. Junto com o seu quinteto de neosoul, gravou comerciais (destruidores) para marcas consagradas e assim viciou o mundo em suas canções. De estilo e atitude inconfundíveis, tem uma voz única e já foi comparada à Nancy Sinatra e Debbie Harry.

Ela já é sensacional só existindo. A gente sabe.
Mas, com um álbum incrível recém lançado, o “Bring Us Together” nada mais justo do que listar outros motivos pra todo mundo amar ela vezes 7.

1. Musa do ~merchan~

O “The Asteroids Galaxy Tour” fez o comercial da Heineken virar mito. Em 2011 a marca decidiu embrulhar Mette Lindberg em paetês para realizar uma das propagandas mais incríveis que a empresa fez até hoje. Melhor do que o comercial, só o vídeo da Mette roubando bebidas do set de filmagem. E ainda eram as cervejas que a produção tinha *maquiado* por uns 30 minutos para aparecer nas imagens em close.

(Os mais ansiosos podem adiantar o vídeo até “03:57”)

2. Já começou GRANDE

Quando ainda não eram reconhecidos nem mesmo na terra natal, Mette e o Asteroids Galaxy Tour fizeram a primeira apresentação da carreira da banda ao abrir o show de ~ninguém menos~ que Amy Winehouse. “Nós nunca tínhamos nos apresentado antes e foi um SUPER começo”, disse ela em uma entrevista. Ô, se foi! Foi mesmo.

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3. Blondie girl moderninha

Mais é mais. “Eu curto quando tem um toque de loucura”, disse Mette certa vez. Com influências musicais de grooves acentuados, a vocalista também busca referências de moda nas décadas de 60 e 70. E não é que ela consegue traduzir o pop, o soul e o indie rock psicodélico do seu som através das suas roupas? Com combinações extravagantes (mas, bem dosadas) entre cores e texturas, Mette acerta SEMPRE. É um estilo tão foda que fica difícil de definir. Hot pants, ombreiras, color blocking, animal print, bodies e muito, mas MUITO brilho.

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4. Se vira nos 30

Mette pode até levar ~milênios~ geralmente para compor o visual cheio de glitter e com sua marca registrada da franjinha virada pra cima. Mas, se as circunstâncias a obrigam a subir no palco só com o sutiã e a calça de moletom que passou o dia viajando, se joga sem medo. Isso porque a bagagem se perdeu em algum lugar entre a Tailândia e a Holanda e ela só leva o essencial (5 peças de roupa, tá mais do que de parabéns). “Me senti um pouco desconfortável…no bom sentido”, disse.

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5. Bang-Bang

Apaixonada por filmes de espionagem e de suspense, Mette diz compor suas músicas inspirando-se bastante no mundo da máfia e dos gangsters. Ela ama TANTO essa temática que o primeiro álbum da banda, o “Out of Frequency”, foi feito inteirinho em cima de uma narrativa, tipo uma trilha sonora para um filme desse tipo. Demais ou demais? Diz ela que curte até criar personagens fictícios se baseando nos longas do Tarantino e do Lynch. Tipo a oficial de exército com ombreiras cintilantes da clipe de “Major”:

6. Quem sabe faz ao vivo

Ela consegue soar tão bem quanto em estúdio (talvez até melhor), ao vivo. Ao lado dos instrumentos retrô da banda, a presença de palco de Mette torna sua voz ainda mais contagiante. Impossível não dar uma dançadinha ouvindo.

7. Virando os canecos

Boatos de que Mette não tem só o parentesco distante com os piratas nórdicos, mas também a atitude de ~viking~. Filha de um cervejeiro que produz bebidas artesanais e ainda tem o próprio negócio local, ela acha que vodka e gin tônica são drinks “doces demais” e prefere uma cerveja bem gelada. Eita!

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