As 8 mulheres que escolhemos como representantes desse dia 8 de março, perto das incontáveis que ainda mudam e precisam mudar o mundo, são poucas, mas são infinitas por suas lutas e conquistas. Conheça, relembre, reflita:

1. Nísia Floresta Augusta

Nísia foi a primeira brasileira a defender publicamente o direito das mulheres à educação formal. Lutou pela alfabetização de meninas, fundou escolas inovadoras e foi uma das primeiras mulheres a publicar artigos em grandes jornais. Defendia a ideia de que as diferenças entre os sexos são construções sociais e não justificam a desigualdade, dois séculos atrás.

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2. Marie Curie

A cientista polonesa transpôs as densas barreiras de gênero da comunidade científica com seus estudos sobre radioatividade. Foi a primeira mulher a ganhar um Nobel e a primeira pessoa e única mulher a ganhar o prêmio duas vezes.

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3. Frida Kahlo

A artista mexicana começou a pintar seus famosos autorretratos depois de sofrer um grave acidente de trânsito que a deixou de cama por quase um ano. A arte ajudou Frida a vencer seus traumas, entender sua própria beleza e potencial corporal e a se agarrar à vida mesmo convivendo de perto com a morte. Sua trajetória pessoal a transformou em um ícone feminista. O olhar determinado é a marca de toda sua obra.

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4. Anne Frank

A triste história de Anne Frank deu visibilidade ao sofrimento causado pela perseguição nazista a milhões de judeus durante a 2ª Guerra Mundial. Anne e sua família se esconderam em cômodos secretos de um escritório em Amsterdã durante 2 anos, e o diário que a menina escreveu durante esse período se tornou um símbolo da luta contra a intolerância.

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5. Rosa Parks

Em 1955, Rosa Parks, num ato muito corajoso, disse não. Negra, ela se recusou a ceder seu lugar em um ônibus para um branco, indo contra a lei extremamente racista que existia em vários estados americanos, e se tornou símbolo de um movimento que mudou a história dos Estados Unidos e do mundo.

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6. Kathrine Switzer

Kathrine Switzer foi a primeira mulher a participar da até então tradicionalmente machista Maratona de Boston. Inscrita como K. V. Switzer, causou tumulto quando apareceu pronta para correr e, apesar da resistência dos organizadores, terminou a prova e abriu caminho para todas as corredoras futuras.

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7. Maria da Penha

Maria foi vítima de violência doméstica durante 23 anos de casamento. Em 1983, seu marido a deixou paraplégica com um tiro disparado enquanto ela dormia e, meses depois, tentou eletrocutá-la durante o banho. Depois dessas duas tentativas de assassinato, Maria rompeu o silêncio e denunciou o agressor. Seu caso deu nome à famosa lei que aumentou o rigor das punições sobre crimes domésticos. Hoje, Maria é ativista da conscientização das mulheres sobre seus direitos e continua lutando pelo fortalecimento da lei.

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8. Malala Yousafzai

Em 2012, com apenas 15 anos, Malala sofreu uma tentativa de assassinato em um ônibus escolar. O motivo? A menina era uma das principais vozes na luta pela educação de meninas no Paquistão, país dominado pelos talibãs, que são contrários à educação de mulheres. Malala sobreviveu, ganhou o Prêmio Nobel da Paz e continua lutando pela igualdade de gênero.

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