A ciência como inspiração para a arte. Essa é a pegada da 9ª Bienal do Mercosul, que até 10 de novembro reúne em Porto Alegre 100 obras espalhadas em quatro endereços. Muitas delas tiram proveito de tecnologias para parecerem vivas. São criações que também mereceriam serem chamadas de invenções.

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A escultura Portões de Nuvem, por exemplo, do filipino David Medalla, vai mudando de cara graças à espuma que sai de sua estrutura. 

 

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Circulação, do alemão Hans Haacke, possui um sistema de bombeamento de água que permite a simulação de um conjunto de veias em pleno movimento.

Satélite, da polonesa Aleksandra Mir, é uma das principais atrações da Bienal e foi desenvolvida especialmente para ela. Para ver a obra é preciso caminhar pela orla do rio Guaíba até dar de cara com a instalação, que possui 20 metros de comprimento e cria a cena da queda de um satélite. Ele aparece aos pedaços, espalhado numa clareia com formato parecido com o de um coração.

Outro destaque é Bat Cave, do americano Tony Smith, obra de 1969 que poucas vezes foi montada em exposições por causa de sua complexidade e fragilidade (enorme, ela é toda feita de papelão).

Ao todo, 59 artistas de 26 países participam da exposição, dentre eles 15 brasileiros (dos quais 10 são gaúchos). Mais informações do site oficial da Bienal9bienalmercosul.art.br 

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